sábado, 7 de novembro de 2015

A sensibilidade como a mais bela condição Humana

Somos Humanos, mas muitas vezes no dia a dia, nos esquecemos desta condição intrínseca, exigindo perfeição, colocando altas expectativas no outro e temendo qualquer iminência do erro. Queremos a felicidade eterna, o prazer desmedido, como se a vida fosse um contínuo de alegrias.
Pouco nos preparamos para a nossa única certeza: a morte. Esta condição humana que nos lembra a fragilidade, o fato de termos início, meio e fim, “em tese”. E que somos recheados de falhas, erros e acertos, ambiguidades e paradoxos inerentes a nosso SER.
Somos integrais, ou seja, cada um de nós levamos dois lados, alegria e tristeza, bondade e maldade, erros e acertos, prevalecendo cada lado dependendo das situações.
Os bens materiais, propriedades, dinheiro são importantes para sobreviver no mundo, mas não fazem sentido sem a peça principal: o SER.
E é nesse SER que nos familiarizamos, na essência somos iguais, mais um nesse Mundão!
Ao tocar uma alma humana é necessário somente outra alma humana, já dizia JUNG, e isto independe da condição material mas da condição existencial.
São valores que se expressam em atitudes, virtudes, afetos e empatia. Quando nos aproximamos com o coração as desigualdades sociais passam a não ter mais importância, pois o coração e alma estão “despidos” de preconceitos e ambições.
E este é o único modo de promovermos mudança, através de um verdadeiro encontro de emoções, numa relação de reconhecimento de si e do outro, compartilhando aquilo que temos de mais verdadeiro e duradouro: nossa essência.
Isso ninguém nos tira, rouba ou destrói, pois é pertencente ao SER. Sua presença pode ser corporal ou espiritual, pois existe dentro de cada um de nós e nunca deixará de ter sua importância.
Um SER que é capaz de aprender, desaprender e reaprender, pois esta é a grande fórmula da vida!




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