terça-feira, 18 de agosto de 2015

Nosso Corpo

No dia a dia, prestamos pouca atenção nos sintomas que aparecem em nosso corpo, desde uma simples gripe até uma doença crônica. Quando os sinais surgem, tomamos medicamos para calar a dor, e assim o corpo vai se ocultando até não aguentar mais e estourar na forma de um grande sintoma, doença ou até mesmo a morte.
Ninguém gripa simplesmente pelo fato de estar próximo ao vírus, à gripe se instala quando o organismo está fraco, o sistema imunológico atenua e assim damos abertura para o vírus reinar.
Quando estamos tristes, com pouca energia, cansados ou com raiva, temos maior propensão de desenvolver e adquirir doenças, pois estamos vulneráveis, numa interlocução entre corpo e mente. A alegria de viver, refletir, digerir cada sentimento, ajuda nosso corpo no contato com o mundo externo, fortalecendo-o para enfrentar a batalha pela vida.
Cada sintoma está relacionado à nossa dinâmica pessoal, nosso emocional e história de vida. Nascemos com um corpo “em branco” e assim ele vai sendo desenhado conforme nossas vivências.
É claro que a história e situação pessoal não dependem unicamente de uma escolha, mas a maneira como vamos nos tratar frente ao contexto é plausível de modificações. Numa atitude perante a vida mais consciente, respeitando os próprios limites e necessidades. Atento aos sinais que nos aparecem, sejam no corpo, na fala, nas atitudes e demais situações.
Sabemos que não iremos encontrar todas as respostas para as angústias, mas prestar atenção aos sinais da vida auxilia a encontrar sentido e conectar com aquilo que nos faz bem, nos tornam saudáveis!

É possível escutar o corpo e conhecer sua linguagem, que muitas vezes se expressa por sensações prazerosas, por bloqueios ou pela dor, que nada mais é do que um grito para pedir atenção. “O corpo não mente. As doenças ou o prazer que animam algumas de suas partes têm significados profundos”, revela Jean-Yves Leloup


Fonte: Curso Zélia Nascimento


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