No dia a dia, prestamos
pouca atenção nos sintomas que aparecem em nosso corpo, desde uma simples gripe
até uma doença crônica. Quando os sinais surgem, tomamos medicamos para calar
a dor, e assim o corpo vai se ocultando até não aguentar mais e estourar na
forma de um grande sintoma, doença ou até mesmo a morte.
Ninguém gripa
simplesmente pelo fato de estar próximo ao vírus, à gripe se instala quando o
organismo está fraco, o sistema imunológico atenua e assim damos abertura para
o vírus reinar.
Quando estamos tristes,
com pouca energia, cansados ou com raiva, temos maior propensão de desenvolver
e adquirir doenças, pois estamos vulneráveis, numa interlocução entre corpo e
mente. A alegria de viver, refletir, digerir cada sentimento, ajuda nosso corpo
no contato com o mundo externo, fortalecendo-o para enfrentar a batalha pela
vida.
Cada sintoma está
relacionado à nossa dinâmica pessoal, nosso emocional e história de vida.
Nascemos com um corpo “em branco” e assim ele vai sendo desenhado conforme
nossas vivências.
É claro que a história
e situação pessoal não dependem unicamente de uma escolha, mas a maneira como
vamos nos tratar frente ao contexto é plausível de modificações. Numa atitude
perante a vida mais consciente, respeitando os próprios limites e necessidades.
Atento aos sinais que nos aparecem, sejam no corpo, na fala, nas atitudes e
demais situações.
Sabemos que não
iremos encontrar todas as respostas para as angústias, mas prestar atenção
aos sinais da vida auxilia a encontrar sentido e conectar com aquilo que nos
faz bem, nos tornam saudáveis!
É
possível escutar o corpo e conhecer sua linguagem, que muitas vezes se expressa
por sensações prazerosas, por bloqueios ou pela dor, que nada mais é do que um
grito para pedir atenção. “O corpo não mente. As doenças ou o prazer que animam
algumas de suas partes têm significados profundos”, revela Jean-Yves Leloup
Fonte: Curso Zélia Nascimento
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